Indicadores Biológicos de Exposição

  • Solventes:
  • Acetona, Benzeno, Diclorometano, Dimetilformamida, Dissulfeto de Carbono, Estireno, Etanol, Etilbenzeno, Isopropanol, Metanol, Metiletilcetona (MEK), Metilisobutilcetona (MIBK), Metil n-butilcetona, n-Hexano, Nitrobenzeno, Tetracloroetileno, Tolueno, Tricloroetano, Tricloroetileno, Xileno.
  • Metais:
  • Arsênico, Cádmio, Chumbo, Cobalto, Cobre, Cromo, Manganês, Mercúrio, Níquel, Zinco.
  • Outros agentes químicos:
  • Anilinas, Cianetos, Fenol, Flúor e fluoretos, Monóxido de Carbono (CO), Pentaclorofenol.
  • Procura pelo nome da análise (I.B.E.): (Escolha o I.B.E. na lista e clique no botão Continuar)
  • Atenção: As informações fornecidas tem caráter complementar. As solicitações de análises e principalmente a interpretação dos resultados devem ser realizadas por médico do trabalho experiente.

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    ACETONA

    Indicador Biológico de Exposição: Acetona urinária (Acet-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Congelador, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 50 mg/L
    Método analítico: Cromatografia a gás (CG)
    Observações: Diabéticos descompensados podem excretar altas quantidades de acetona na urina.

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    BENZENO

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido trans-trans-mucônico urinário (Mucon)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição5.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 0,5 mg/g de creatinina
    I.B.M.P.: Não contemplado na NR 7. (Veja
    Portaria nº 34 de 20-12-2001)
    O valor de 1,6 mg/g de creatinina correlaciona-se com uma exposição ocupacional a 1 ppm de benzeno.
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)
    Observações:
    1. o sorbitol, um aditivo de alimentos, pode provocar uma discreta interferência, que é minimizada coletando a urina no final da jornada de trabalho;
    2. o hábito do tabagismo também pode aumentar a concentração urinária do ácido trans-trans mucônico;
    3. os valores de referência habitualmente já contemplam essas interferências;
    4. o ácido trans-trans mucônico urinário é recomendado como indicador biológico para exposição à baixas concentrações de benzeno. Veja Informe TOXIKÓN
    5. a portaria 34 de 20-12-2001 recomenda a coleta da urina a partir do terceiro dia seguido de exposição.

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    DICLOROMETANO (DCM / cloreto de metila)

    Indicador Biológico de Exposição: Carboxihemoglobina sangüínea (COHb)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado pré jornada e outra pós jornada de trabalho (2 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 1,0 % (não fumantes)
    I.B.M.P.: 3,5 % (não fumantes)
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações:
    1. A maior fonte de interferência deste I.B.E. é o tabagismo. Fumantes podem atingir valores de até 15%.
    2. Conquanto o
    Quadro I da NR-7 estabelece como deve ser feita a coleta de sangue, para essa determinação, a TOXIKÓN recomenda aos seus clientes, seguindo as recentes e atuais recomendações internacionais, colher sangue heparinizado no final da jornada de trabalho para não fumantes, reservando a realização de duas coletas (pré e pós jornada) apenas para fumantes.
    3. A exposição combinada a alguns álcoois e tolueno inibe a biotransformação do DCM em monóxido de carbono levando a níveis de carboxihemoglobina inferiores aos esperados considerando os níveis de exposição.

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    DIMETILFORMAMIDA

    Indicador Biológico de Exposição: N-Metilformamida urinária (NMF)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 40 mg/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia a gás
    Observações: Este agente químico é facilmente absorvido através da pele.

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    DISSULFETO DE CARBONO (CS2)

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido 2-tio-tiazolidina 4-carboxílico urinário (TTCA)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 5 mg/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)
    Observações: Este I.B.E. substitui com vantagens o teste de iôdo-azida, que foi abandonado. É mais específico e correlaciona-se melhor com a exposição.

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    ESTIRENO

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido mandélico urinário (Mandel)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 0,8 g/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)
    Observações: Deve ser evitada a ingestão de bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a coleta.

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    ESTIRENO

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido fenilglioxílico urinário (Gliox)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 240 mg/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)
    Observações: Deve ser evitada a ingestão de bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a coleta.

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    ETANOL (Álcool Etílico)

    Indicador Biológico de Exposição: Etanol sangüíneo (EtOH-S)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado pós jornada de trabalho (2 mL). Não utilizar álcool na assepsia do antebraço para a punção venosa, utilizar sabão neutro ou solução de Dakin.
    Conservação: Geladeira a 4ºC em frasco bem vedado, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: N.R.
    Método analítico: Cromatografia a gás
    Observações:
    1. Esta determinação é realizada principalmente para verificar o consumo de álcool, sendo a coleta, neste caso, realizada no momento oportuno.
    2. Embora o I.B.M.P. deste agente não esteja estabelecido, podemos basear a interpretação de resultados nos valores estabelecidos nas regulamentações de trânsito que definem limites de alcoolemia para a condução de veículos automotores com segurança. O Código de Trânsito Brasileiro (Jan/98) adota o limite de 0,6 g/L. A resolução 476-74 do CONTRAN adotava o valor de 0,8 g/L.
    3. A ingestão voluntária de etanol deve ser investigada e descartada antes da utilização desta determinação com vistas à monitorização da exposição ocupacional.
    4. A determinação de etanol pode também ser realizada em soro, plasma ou
    urina.

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    ETANOL (Álcool Etílico)

    Indicador Biológico de Exposição: Etanol urinário (EtOH-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL)
    Conservação: Congelador, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: N.R.
    Método analítico: Cromatografia a gás
    Observações:
    1. Esta determinação é realizada principalmente para verificar o consumo de álcool, sendo a coleta, neste caso, realizada no momento oportuno.
    2. A ingestão voluntária de etanol deve ser investigada e descartada antes da utilização desta determinação com vistas à monitorização da exposição ocupacional.
    3. A determinação de etanol pode também ser realizada em
    sangue, soro ou plasma.

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    ETILBENZENO

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido mandélico urinário (Mandel)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 1,5 g/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)
    Observações: Deve ser evitada a ingestão de bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a coleta.

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    ISOPROPANOL (Álcool Isopropílico ou 2-propanol)

    Indicador Biológico de Exposição: Acetona urinária (Acet-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Congelador, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 50 mg/L (DFG - BAT)
    Método analítico: Cromatografia a gás (CG)
    Observações: Diabéticos descompensados podem excretar altas quantidades de acetona na urina.

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    METANOL (Álcool Metílico)

    Indicador Biológico de Exposição: Metanol urinário (MetOH-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Congelador, por até 5 dias.
    V.R.: até 5 mg/L
    I.B.M.P.: 15 mg/L
    Método analítico: Cromatografia a gás

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    METILETILCETONA (MEK ou 2-butanona)

    Indicador Biológico de Exposição: Metiletilcetona urinária (MEK-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Congelador, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 2 mg/L
    Método analítico: Cromatografia a gás

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    METILISOBUTILCETONA (MIBK)

    [Novidade]

    Indicador Biológico de Exposição: Metilisobutilcetona urinária (MIBK-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 2 mg/L
    Método analítico: Cromatografia a gás

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    METIL n-BUTILCETONA (2-hexanona)

    Indicador Biológico de Exposição: 2,5-hexanodiona (acetonilacetona) urinária (Hex-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 2 mg/g de creatinina no início da jornada e 4 mg/g de creatinina no final (
    LTI - VBA)
    Método analítico: Cromatografia a gás

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    n-HEXANO

    Indicador Biológico de Exposição: 2,5-hexanodiona (acetonilacetona) urinária (Hex-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 5 mg/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia a gás

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    NITROBENZENO

    Indicador Biológico de Exposição: Metemoglobina sangüínea (MEHb)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado pré jornada e outra pós jornada de trabalho (2 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC. Enviar para o laboratório no prazo máximo de 24 horas após a coleta.
    V.R.: até 2 %
    I.B.M.P.: 5 %
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações:
    1. Após a coleta, existe uma tendência natural de aumento da metemoglobina na amostra. Daí a importância de remetê-la imediatamente ao laboratório para a realização da análise.
    2. Conquanto o
    Quadro I da NR-7 estabelece como deve ser feita a coleta de sangue, para essa determinação, a TOXIKÓN recomenda aos seus clientes, seguindo as recentes e atuais recomendações internacionais, colher sangue heparinizado no final da jornada de trabalho.

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    TETRACLOROETILENO (Percloroetileno ou Perclene)

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido tricloroacético urinário (TCA)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho (
    Quadro I da NR-7).
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 3,5 mg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações: De acordo com a recomendação da ACGIH, deve-se coletar a amostra de urina pós jornada no último dia da semana de trabalho.

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    TOLUENO (Toluol)

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido hipúrico urinário (Hip)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 1,5 g/g de creatinina
    I.B.M.P.: 2,5 g/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)
    Observações: Dietas ricas em alimentos contendo ácido benzóico (ou precursores desta substância como o ácido quínico) podem elevar os valores do ácido hipúrico urinário.

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    TRICLOROETANO

    Indicador Biológico de Exposição: Triclorocompostos totais urinários (TCC)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 40 mg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria visível

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    TRICLOROETILENO (Triclene ou Neutri)

    Indicador Biológico de Exposição: Triclorocompostos totais urinários (TCC)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 300 mg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria visível

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    XILENO (Xilol)

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido Metilhipúrico urinário (Methip)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 1,5 g/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)

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    ARSÊNICO

    Indicador Biológico de Exposição: Arsênico urinário (As-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada (50 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 10 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 50 µg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações: Alguns frutos do mar podem conter altas concentrações de compostos organoarsenicais que, quando ingeridos, são rapidamente excretados na urina. O examinando deve ser alertado para evitar ingerir frutos do mar pelo menos dois dias antes da coleta.

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    Cádmio:
    A exposição ocupacional ao cádmio pode ser monitorada determinando-se:
  • cádmio sangüíneo (Cd-S)
  • cádmio urinário (Cd-U)

    CÁDMIO

    Indicador Biológico de Exposição: Cádmio sangüíneo (Cd-S)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado (10 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 0,5 µg/dL
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Veja também:
    Cádmio urinário.

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    CÁDMIO

    Indicador Biológico de Exposição: Cádmio urinário (Cd-U)
    Coleta: Uma amostra de urina (50 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 2 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 5 µg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Veja também:
    Cádmio sangüíneo.

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    Chumbo:
    Para o chumbo inorgânico existem vários IBEs, dois de dose interna:
  • chumbo sangüíneo (Pb-S)
  • chumbo urinário (Pb-U)
    e diversos indicadores de efeito:
  • Ácido deltaminolevulínico urinário (Ala-U).
  • Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP).
  • Protoporfirina eritrocitária (Proto / PPE) - abandonado em prol do Ala-U e a ZPP.
  • Coproporfirina urinária (Copro) - abandonado em prol do Ala-U e a ZPP.
    Para o chumbo orgânico (chumbo tetraetila) o Quadro I da NR-7 recomenda o uso do:
  • chumbo urinário (Pb-U)

    CHUMBO INORGÂNICO

    Indicador Biológico de Exposição: Chumbo sangüíneo (Plumbemia / Pb-S)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado (10 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 40 µg/dL
    I.B.M.P.: 60 µg/dL
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Veja também:
    Ácido deltaminolevulínico urinário (Ala-U) e Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP).

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    CHUMBO INORGÂNICO

    Indicador Biológico de Exposição: Ácido deltaminolevulínico urinário (Ala-U)
    Coleta: Uma amostra de urina (20 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias, protegendo a amostra da luz direta.
    V.R.: até 4,5 mg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 10 mg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações:
    1. O Ala-U encontra-se aumentado em pacientes com certas porfirias - raros defeitos congênitos do metabolismo do heme.
    2. A exposição prolongada da amostra à luz intensa leva à degradação deste metabólito.
    Veja também:
    Chumbo sangüíneo (Pb-S) e Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP).

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    CHUMBO INORGÂNICO

    ATENÇÃO:
    A determinação da Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP) encontra-se temporariamente suspensa.

    Indicador Biológico de Exposição: Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado (2 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias, protegendo a amostra da luz direta.
    V.R.: até 40 µg/dL
    I.B.M.P.: 100 µg/dL
    Método analítico: Fotofluorimetria
    Observações: Níveis aumentados de ZPP são também encontrados em anemias ferroprivas e certas porfirias.
    Veja também:
    Chumbo sangüíneo (Pb-S) e Ácido deltaminolevulínico urinário (Ala-U).

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    CHUMBO INORGÂNICO

    Indicador Biológico de Exposição: Protoporfirina livre eritrocitária (Proto / PPE)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado (2 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias, protegendo a amostra da luz direta
    V.R.: até 60 µg/dL
    I.B.M.P.: 300 µg/dL
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações: O uso deste indicador foi abandonado em prol da
    ZPP e do Ala-U.
    Veja também: Chumbo sangüíneo (Pb-S), Ácido deltaminolevulínico urinário (Ala-U) e Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP).

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    CHUMBO INORGÂNICO

    Indicador Biológico de Exposição: Coproporfirina urinária (Copro)
    Coleta: Uma amostra de urina (20 mL). O momento da coleta não é crítico.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias, protegendo a amostra da luz direta.
    V.R.: até 150 µg/L
    I.B.M.P.: 200 µg/L
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações: O uso deste indicador foi abandonado em prol da
    ZPP e do Ala-U.
    Veja também: Chumbo sangüíneo (Pb-S), Ácido deltaminolevulínico urinário (Ala-U) e Zinco-protoporfirina eritrocitária (ZPP).

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    CHUMBO ORGÂNICO

    Indicador Biológico de Exposição: Chumbo urinário (Pb-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (75 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 50 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 100 µg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações: Embora principalmente utilizado como indicador da exposição ao chumbo orgânico (mormente o chumbo tetraetila, um aditivo da gasolina em desuso), vários autores sugerem o uso deste I.B.E. também para a monitorização da exposição ao chumbo inorgânico. Com esta finalidade, o horário da coleta não é crítico e o BEI (limite biológico de exposição) é de 50 µg/g de creatinina.

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    COBALTO

    [Novidade]

    Indicador Biológico de Exposição: Cobalto urinário (Co-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 2,4 µg/L (FIOH)
    I.B.M.P.: 15 µg/L (ACGIH)
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)

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    Cobre:
    A exposição ocupacional ao cobre pode ser monitorada determinando-se:
  • cobre sérico (Cu-S)
  • cobre urinário (Cu-U)

    COBRE

    Indicador Biológico de Exposição: Cobre sérico (Cu-S)
    Coleta: Uma amostra de soro (3 mL). O momento da coleta não é crítico. Após a coleta de 10 mL de sangue sem anticoagulante, deixar retrair o coágulo e separar o soro.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: 60 a 140 µg/dL
    I.B.M.P.: N.R.
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações: Devido à baixa toxicidade do cobre, o seu I.B.M.P. não está determinado. A interpretação do resultado fica a critério médico dependendo principalmente do histórico dos resultados anteriores.
    Veja também:
    Cobre urinário (Cu-U).

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    COBRE

    Indicador Biológico de Exposição: Cobre urinário (Cu-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada (50 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 50 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: N.R.
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações: Devido à baixa toxicidade do cobre, o seu I.B.M.P. não está determinado. A interpretação do resultado fica a critério médico dependendo principalmente do histórico dos resultados anteriores.
    Veja também:
    Cobre sérico (Cu-S).

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    CROMO

    Indicador Biológico de Exposição: Cromo urinário (Cr-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 5 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 30 µg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)

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    MANGANÊS

    Indicador Biológico de Exposição: Manganês urinário (Mn-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (50 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 8 µg/L
    I.B.M.P.: 20 µg/L
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)

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    MERCÚRIO

    Indicador Biológico de Exposição: Mercúrio urinário (Hg-U)
    Coleta: O
    Quadro I da NR-7 recomenda a coleta da primeira urina da manhã. Se o acompanhamento da coleta pelo pessoal do ambulatório médico for julgado importante, recomendamos a coleta de urina (20 mL) pré jornada.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 5 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 35 µg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações:
    1. Deve-se evitar a ingestão de "conchas" (frutos do mar) nas 48 horas que antecedem a coleta.
    2. Para evitar a contaminação exógena da amostra, a coleta deve ser realizada em local afastado do local de trabalho.
    3. Para possibilitar a interpretação da evolução dos resultados ao longo do tempo, as amostras devem ser coletadas sempre no mesmo momento.

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    NÍQUEL

    Indicador Biológico de Exposição: Níquel urinário (Ni-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada de trabalho (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 2 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 30 µg/g de creatinina
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações: Embora este I.B.E. tenha sido removido do
    Quadro I da NR-7 - redação de 1994, devido ao fato de estar comprovado que a exposição a este agente predispõe ao câncer, especialmente pulmonar e nasal, continuamos recomendando a monitorização da sua exposição.

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    Zinco:
    A exposição ocupacional ao zinco pode ser monitorada determinando-se:
  • zinco urinário (Zn-U)
  • zinco sérico (Zn-S)

    ZINCO

    Indicador Biológico de Exposição: Zinco urinário (Zn-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pós jornada de trabalho (20 mL) coletada após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 7 dias.
    V.R.: até 900 µg/g de creatinina
    I.B.M.P.: N.R.
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações:
    1. O zinco é um metal essencial, presente em muito complexos multivitamínicos com sais minerais. O uso destes eleva os níveis de zinco sérico e urinário.
    2. O líquido seminal tem uma alta concentração de zinco, por isso, deve-se evitar a coleta da primeira micção após uma ejaculação.
    3. O zinco urinário foi removido do Quadro I da NR-7, onde constou até 1994, com V.R.: 150 a 700 µg/L e I.B.M.P.: 1.200 µg/L.
    Veja também:
    Zinco sérico (Zn-S).

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    ZINCO

    Indicador Biológico de Exposição: Zinco sérico (Zn-S)
    Coleta: Uma amostra de soro (5 mL). O momento da coleta não é crítico. Após a coleta de 10 mL de sangue sem anticoagulante, deixar retrair o coágulo e separar o soro.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: 59 a 121 µg/100 mL
    I.B.M.P.: 150 µg/100 mL
    Método analítico: Espectrofotometria de absorção atômica (EAA)
    Observações: O zinco é um metal essencial, presente em muito complexos multivitamínicos com sais minerais. O uso destes eleva os níveis de zinco sérico e urinário.
    Veja também:
    Zinco urinário (Zn-U).

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    ANILINAS e outros agentes metemoglobinizantes

    Indicador Biológico de Exposição: Metemoglobina sangüínea (MEHb)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado pré jornada e outra pós jornada de trabalho (2 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC. Enviar para o laboratório no prazo máximo de 24 horas após a coleta.
    V.R.: até 2 %
    I.B.M.P.: 5 %
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações:
    1. Após a coleta, existe uma tendência natural de aumento da metemoglobina na amostra. Daí a importância de remetê-la imediatamente ao laboratório para a realização da análise.
    2. Conquanto o
    Quadro I da NR-7 estabelece como deve ser feita a coleta de sangue, para essa determinação, a TOXIKÓN recomenda aos seus clientes, seguindo as recentes e atuais recomendações internacionais, colher sangue heparinizado no final da jornada de trabalho.

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    CIANETOS

    Indicador Biológico de Exposição: Tiocianato urinário (SCN)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 2,5 mg/g de creatinina (não fumantes)
    I.B.M.P.: 6,0 mg/g de creatinina (não fumantes)
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações: O tabagismo é a maior fonte de interferência na determinação do tiocianato urinário. Duas formas de superar esta dificuldade podem ser utilizadas na interpretação dos resultados:
    1. estabelecer a diferença entre os resultados de pós jornada e pré jornada e utilizar este valor para comparar com o V.R. e o I.B.M.P. e
    2. desde que não exista exposição conjunta a um agente carboxihemoglobinizante (ex: monóxido de carbono, diclorometano), determinar também a carboxihemoglobina sangüínea (outro indicador influenciado pelo tabagismo). A razão entre os valores de SCN e COHb não deve ser superior a 3.

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    FENOL

    Indicador Biológico de Exposição: Fenol urinário (Fenol)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada de trabalho (20 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: 20 g/g de creatinina
    I.B.M.P.: 250 g/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia a gás
    Observações: Recomenda-se estabelecer os valores basais de fenol urinário no exame pré admissional pois existem diferenças individuais significativas na excreção deste I.B.E.

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    FLÚOR E FLUORETOS

    Indicador Biológico de Exposição: Fluoreto urinário
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada e outra pós jornada (50 mL cada) coletadas no 4º dia de trabalho da semana, em frascos de polietileno contendo 0,1 g de EDTA para cada 50 mL de urina.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 0,5 mg/g de creatinina
    I.B.M.P.: 3 mg/g de creatinina na pré jornada e 10 mg/g de creatinina na pós jornada, ou uma diferença entre os valores obtidos na pós jornada e na pré jornada superior a 5 mg/g de creatinina.
    Método analítico: Potenciometria com eletrodo íon específico

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    MONÓXIDO DE CARBONO (CO)

    Indicador Biológico de Exposição: Carboxihemoglobina sangüínea (COHb)
    Coleta: Uma amostra de sangue heparinizado pré jornada e outra pós jornada de trabalho (2 mL cada) coletadas após no mínimo dois dias seguidos de exposição.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: até 1,0 % (não fumantes)
    I.B.M.P.: 3,5 % (não fumantes)
    Método analítico: Espectrofotometria visível
    Observações:
    1. A maior fonte de interferência deste I.B.E. é o tabagismo. Fumantes podem atingir valores de até 15 %.
    2. Conquanto o
    Quadro I da NR-7 estabelece como deve ser feita a coleta de sangue, para essa determinação, a TOXIKÓN recomenda aos seus clientes, seguindo as recentes e atuais recomendações internacionais, colher sangue heparinizado no final da jornada de trabalho para não fumantes, reservando a realização de duas coletas (pré e pós jornada) apenas para fumantes.

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    PENTACLOROFENOL

    ATENÇÃO:
    A determinação de pentaclorofenol encontra-se temporariamente suspensa.

    Indicador Biológico de Exposição: Pentaclorofenol urinário (PCF-U)
    Coleta: Uma amostra de urina pré jornada de trabalho (20 mL) coletada no último dia da semana de trabalho.
    Conservação: Geladeira a 4ºC, por até 5 dias.
    V.R.: N.R.
    I.B.M.P.: 2,0 mg/g de creatinina
    Método analítico: Cromatografia líquida de alto desempenho (HPLC)


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